ETERNIZAÇÃO DE ALMAS - UM DOGMA HUMANO ABSURDO


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                                             POSTAGEM EM 11.09.2013.

Por Dilmar Dutra – Biomédium – Escritor Científico e Espiritual.
Fonte: Análises Preliminares, bem como, de estudos próprios, em consórcio com estudos humanos, onde se levam em consideração e inclusão de pesquisas diversas, de profissionais das Ciências Integrais, como os questionamentos, dos equívocos dogmáticos, superstições, mitomanias e mitologias humanas.

 

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A importância do conhecimento adquirido através do Sistema de Totalidades Integradas, regulamentado pela carta de Transdisciplinaridade, como disciplina Universal, adotada nas Universidades de ponta do Planeta como Ciências Integrais.

Pergunta: O que são Almas? Sejam elas unitárias ou coletivas?
Resposta: Fomos buscar nas origens da palavra sua fidelidade primeva:

Pelo Idioma Naacal (falado no Continente perdido “Atlântida”) escrevia-se “A’Lma”, significa Vida que se alimenta da morte, ou A’Lma, constituições de presas e predadores.

Pelo Hebraico, se escreve “Nphesh” ou Nephesh em Inglês, ou Português, significa “VIDA”.

Em Português Brasil, “Nephesh”, significa biologicamente células-moléculas, ou seja, almas unicelulares (unitárias) e multicelulares (coletivas). Espiritualmente: “Francisco de Paula Cândido Xavier”, nosso querido Chico Xavier, define “Alma” assim:

LIVRO: “PARNASO DE ALÉM-TÚMULO”.    (POESIAS MEDIÚNICAS)
Autoria: Antero de Quental:

"À MORTE".

Ó morte, eu te adorei, como se foras o fim da sinuosa e negra estrada, Onde habitasse a eterna paz do nada. Ás agonias desconsoladoras.
Eras tu a visão idolatrada.


Que sorria na dor das minhas horas. Visão de tristes faces cismadoras
Nos crepes do silêncio amortalhados.

Busquei-te, eu que trazia a Alma já morta.
Escorraçada no padecimento.
Batendo, batendo alucinada  a tua porta; E escancaraste a porta escura e fria, por onde penetrei no sofrimento,
Numa senda mais triste e mais sombria.

 2a. -Reflexão. 
 
Agora a coerência continua pelo Evangelho Cristão de Jerônimo que traduz uma afirmação e exclamação! De Jesus Cristo, em voz alta no Jardim das Oliveiras.



"Pai! Minhas Almas (células) estão numa tristeza mortal."

 3a.-Reflexão.  

Facilitando:

Almas condição inviolável...
...trazia a alma já morta - clareza no verbo usado... Antero de Quental

No mesmo livro psicografado por Chico Xavier vem: Augusto dos Anjos em “Vozes de uma sombra” se células são almas bacterianas.

A biologia integral e moderna está corretíssima. Ao afirmar que almas são unitárias (unicelulares) e almas coletivas (multicelulares) e são mortais pelos exemplos que vão consubstanciando nossas matérias, mostrando que somos seres mistos constituídos de micróbios.

E nossa estrutura corporal é de interação, combinação, recombinação e simbiose. Vejam “Vozes de uma Sombra” na integra transcrito como publicado:

Donde venho? Das eras remotíssimas,
Das substâncias elementaríssimas,
Emergindo das cósmicas matérias.
Venho dos invisíveis protozoários,
Da confusão dos seres embrionários,
Das células primevas, das bactérias.
Venho da fonte eterna das origens,
No turbilhão de todas as vertigens,
Em mil transmutações, fundas e enormes;
Do silêncio da mônada invisível,
Do tetro e fundo abismo, negro e horrível,
Vitalizando corpos multiformes.
Sei que evolvi e sei que sou oriundo
Do trabalho telúrico do mundo,
Da terra no vultoso e imenso abdômen;
Sofri, desde as intensas torpitudes.
Das larvas microscópicas e redes,
À infinita desgraça de ser homem.
Na terra, apenas fui terrível presa,
Simbiose da dor e da tristeza,
Durante penosíssimos minutos;
A dor, essa tirânica incendiária,
Abatia-me a vida solitária
Como se eu fora bruto entre os mais brutos.
Depois, voltei desse laboratório,
Onde me revolvi como infusório,
Como animálculo medonho, obscuro,
Té atingir a evolução dos seres
Conscientes de todos os deveres,
Descortinando as luzes do futuro.
E vejo os meus incógnitos problemas
Iguais a horrendos e fatais dilemas,
Enigmas insolúveis e profundos;
Sombra egressa de lousa dura e fria,
Grito ao mundo o meu grito que se alia.
A todos os anseios gemebundos: -
“Homem”! Por mais que gastes teus fosfatos.
Não saberás, analisando os fatos,
Inda que desintegres energias,
A razão do completo e do incompleto,
Como é que em homem se transforma o feto.
Entre os duzentos e setenta dias.
A flor da laranjeira, a asa do inseto,
Um estafermo e um Tales de Mileto,
Como existiram, não perceberás;
E nem compreenderás como se opera
A mutação do inverno em primavera,
E a transubstanciação da guerra em paz;
Como vivem o novo e o obsoleto,
O ângulo obtuso e o ângulo reto
Dentro das linhas da Geometria;
A luz de Miguel Ângelo nas artes,

E o espírito profundo de Descartes.
No eterno estudo da Filosofia.
Porque existem as crianças e os macróbios.
Que fazem a vida enferma e a vida sã;

Nas coletividades dos micróbios
Os antigos remédios alopatas
E as modernas dosagens homeopatas,
Produto da experiência de Hahnemann.
A psíquico-análise freudiana
Tentando aprofundar a alma humana
Com a mais requintadíssima vaidade,
E as teorias do Espiritismo
Enchendo os homens todos de otimismo,
Mostrando as luzes da imortalidade

Como vive o canário junto ao corvo,
O céu iluminado, o inferno torvo.
Nos absconsos refolhos da consciência;
O laconismo e a prolixidade,
A atividade e a inatividade,
A noite da ignorância e o sol da Ciência.
As epidermes e as aponevroses,
As grandes atonias e as nevroses,
As atrações e as grandes repulsões,
Que reunindo os átomos no solo
Tecem a evolução de pólo a pólo,

Em prodigiosas manifestações;
Como os degenerados blastodermas
Criam a descendência dos palermas
No lupanar das pobres meretrizes,
Junto dos palacetes higiênicos,
Onde entre gozos fúlgidos e edênicos
Cresce a alegre progênie dos felizes.
Os lombricoides mínimos, os vermes,
Em contraposição com os paquidermes,
Assombrosas antíteses no mundo;
É o gigante e o germe originário,
Os milhões de corpúsculos do ovário,
Onde há somente um óvulo fecundo.
A alma pura do Cristo e a de Tibério,
Vaso de carne podre, o cemitério,
E o jardim rescendendo de perfumes;
O doloroso e tetro cataclismo

Da beleza louça do organismo,
Repleto de dejetos e de estrumes.
As coisas sustâncias e as coisas ocas,
As idéias conexas e as loucas,
A teoria cristã e Augusto Comte;
E o desconhecido e o devassado,
E o que é ilimitado e o limitado
Na óptica ilusória do horizonte.
Os terrenos povoados e o deserto,
Aquilo que está longe e o que está perto;
O que não tem sinal e o que tem marca;
A funda simpatia e a antipatia,
As atrofias e a hipertrofia,
Como as tuberculoses e a anasarca.
Os fenômenos todos geológicos,
Psíquicos, científicos, sociológicos,
Que inspiram pavor e inspiram medo;
Homem! Por mais que a ideia tua gastes,

Na solução de todos os contrastes,
Não saberás o cósmico segredo.
E apesar da teoria mais abstrusa
Dessa ciência inicial, confusa,

A que se acolhem míseros ateus,
Caminharás lutando além da cova,
Para a Vida que eterna se renova,

Buscando as perfeições do Amor em “Deus”.

Finalizando: Se “ALMAS” são Vidas e Alimentos, que se nutrem da MORTE, como pode ter VIDA ETERNA e IMORTALIDADE DE ALMAS, OU ETERNIZAÇÃO 
DE ALMAS.

A Eternidade é da Mente Psiquê Espírito, fragmentada em Consciências que digerem as informações e guardam-nas nas memórias inorgânicas, orgânicas, genéticas, filogenéticas, atômicas, subatômicas, holográficas, culturais etc.

ISTO PORIA FIM A VIDA E A MORTE. POIS QUEM SUSTENTA A VIDA É A MORTE.

NA VERDADE SÓ A MENTE PSIQUÊ ESPÍRITO  FRAGMENTADA EM ANTIPARTÍCULAS SUBATÔMICAS DE CONSCIÊNCIAS, EM SIMBIOSE  MISTURADAS AOS GASES ATMOSFÉRICOS.

PODEM DIGERIR AS ANTIPARTÍCULAS DE INFORMAÇÕES PARA GUARDA-LAS NO CORPO E PROPICIAR A CONSCIÊNCIA NÃO LOCAL, DA ESSÊNCIA, AO INTERAGIR, COM A EXISTÊNCIA LOCAL E CORPORAL, PODE ALEM DE INTERAGIR, COMBINAR E RECOMBINAR EM SIMBIOSE, PARA EVOLUIR E PROPICIAR QUE OS CORPOS GUARDEM MEMÓRIAS EM TODOS OS SEUS ÓRGÃOS, COMO CÉREBROS EM ANIMAIS QUE O DESENVOLVERAM, OU NAQUELES SEM CÉREBROS COM MEMORIA GENÉTICA, ATÔMICA  FILOGENÉTICA CULTURAL, ETC. EM TODOS OS ÓRGÃOS SIMBIÓTICOS DA VIDA COMO UM TODO, CONSTITUÍDOS DE CÉLULAS E MOLÉCULAS QUE NÃO PODEM CONTINUAR REDUCIONALMENTE A IGNORÁ-LAS.

Beijos de luz no seu caminhar. Dilmar Dutra e Marlene Daltro.