Reescrevendo a História Antiga


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Republicado em 12.06.2013, com maiores detalhes a pedido.

Autor: Espírito Imhotep (os Gregos o chamavam de O “Três vezes Grande”, ou “Hermes Trismegisto”, ou ainda, “Esculápio”).

Por Dilmar Dutra, Biomédium autodidata em Ciências Integrais e Espiritualidade ecumênica, holográfica e holística, escritor científico e espiritual – um facilitador a serviço da humanidade.

Até aonde eu sei, por revelações de “Consciências Espirituais” sobre a Atlântida, o Continente que afundou, os registros começam com “Saint-Germain-D’ Naacal”, cuja foto, ilustra esta matéria.

A Escola de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas, denominada “Olho de Hórus” em Saqqara no Egito, construída aos moldes da Escola de Mistérios Naacal na Antiga Atlântida.

"Imhotep” revelou ao Biomédium em questão, que era filho de pai Egípcio e de Mãe Essênia, um cientista da antiguidade, um arquiteto e curador.

No ano de 2.679 AC, recebeu a visita do “Príncipe Djoser”, herdeiro do “Faraó Sanket”, que veio a falecer em 2680 AC. Ocasião em que se tornou Faraó da 3ª Dinastia do Egito e que pode oficializar junto ao Rio Nilo o convite para que o Arquiteto Imhotep, construísse a tão sonhada Escola de Mistério e a assumisse como Sumo Sacerdote. Pois tinha conhecimento que Imhotep era descendente do ultimo Gran Sacerdote “Chiquitet Arelich Vomalites” conhecedor dos Ensinamentos do Sistema “THOTHE” –Sigla do Dialeto Naacal- que significava “TODO HOLÍSTICO, ORDEM TOTALIZADORA, HELICOIDAL E ESPIRITUAL”, mais tarde, foi traduzido pelos Gregos como “THOTH” face o idioma grego não ter uma definição para Espírito. E THOTH, o “Sistema Divino de Ordem sobre o Caos de Totalidades Integradas”, foi rotulado de “DEUS” por Ptolomeu I, que não podia entender a “Gestão Proativa”, daquele POVO CIVILIZADO E ORDEIRO.

Voltemos aos registros Akáshicos da Memoria Espiritual, ou de “Consciência” para falar de “Djoser” aquele que queria construir uma escola para o seu povo e havia escolhido alguém que pudesse ser representado como Sumo Sacerdote e ninguém melhor do que “Imhotep” que tinha como ascendentes grandes nomes da história do Planeta: “Chiquitet Arelich Vomalites” O Gran Sacerdote que construiu as Naves Piramidais que os protegeram do chamado “Diluvio, que por sua vez, tinha como ascendente nada mais, nada menos, do que “Saint-Germain D’Naacal” O “Gran Sacerdote de Atlântida”, Criador do complexo de Naacal e que recebeu do Altíssimo, ou “Aquele que veio do ETER”, para revelar o Sistema THOTHE que se perdeu em Atlântida o continente que afundou, mais que “Chiquitet Arelich Vomalites”,  conseguiu salvar, projeto que serviu para elaborar o complexo de SAQQARA: Observatório (Escola para ensinar Geometria, Astronomia, Alquimia, Arte Psíquica, Química, Física Quântica e Taquiônica etc.)

Imhotep desenvolveu um projeto ambicioso para à época, quando o “Príncipe Djoser” assumiu  o trono em 2.680 AC.

Imhotep levou consigo para Saqqara, local escolhido Geologicamente como um ponto nevrálgico do Planeta, que fora selecionado pela equipe de Essênios e Indianos, chineses e suas respectivas famílias, segundo ele, os mesmos que havia levado a Índia e a China.

“Imhotep” narra que o Faraó Djoser” deu a ele autonomia e poderes para criar uma Escola  de Mistérios Espirituais, que ele quis homenagear como  símbolo, o “ser vivo”, que melhor enxergava, ou seja, “O Falcão Hórus”, daí a Escola recebeu o Nome de “ESCOLA DE MISTÉRIOS ESPIRITUAIS DO OLHO DE HORÚS”, a exemplo de Naacal, na Antiga Atlântida, aonde o “Sistema THOTHE” era ensinado. A Escola de Naacal foi construída por um antepassado de Imhotep e de “Chiquitet Arelich Vomalites” que era como ele, um Sumo Sacerdote do Templo do Divino Espírito Único Sagrado ou simplesmente (DEUS O ALTÍSSIMO) construída como complexo do TODO que veio do ETER pelo “Gran Sacerdote Saint-Germain de D’Naacal”, A “Consciência” que sob interação, recebeu o Sistema THOTHE do Altíssimo “RA”, sigla que significa (Rei Altíssimo).

“Imhotep” e sua equipe de Essênios, de Indianos e de Chineses, trabalharam muito, até sua construção e término.

Após sua inauguração, sua equipe começou a ensinar a todos (Egípcios, Essênios, Chineses, Muçulmanos,  Indianos, Judeus, Caduceus,  Fariseus e Etíopes) o Sistema “THOTHE”, para adquirirem conhecimentos gerais de Geometria, Mestrado em Construções, Radiestésica e manipulações de medicamentos, chamados de homeopatia, que os gregos se apropriaram como se fosse deles, criou o Caduceu, que está cravado em todos os anéis de Médicos e Dentistas, ensinou de tudo um pouco, num período de 17 anos, tempo de formatura, ensinava a perder o MEDO (Energias Intaquiônicas ou, Quânticas, dual com bipolaridade em carência e em excesso) e a gerar AMOR(Energia Taquiônica, neutra, imparcial que anula o CAOS pela ORDEM), além de noções básicas, como, “O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora. Tudo que somos é o resultado do que está fora, por que a substância espiritual, ou Consciência Holográfica é que da noção do que se faz de tudo no meio ambiente, cria toda riqueza almática a partir do invisível que não pode ser visto, ou que está oculto e dela se constitui, se nutri, se transforma, se adapta até a morte, para frutificar suas sementes, que nunca se esgota e nos alimenta perpetuando-se na vida que cessa na morte.

Por isso, somos como Almas o que comemos.

Somos espiritualmente o que pensamos.

E esses pensamentos colhidos no meio ambiente, manifestam-se em imaginação como projeto e materialização, como realidade que podemos chamar de material, que vai do gênero vegetal, até o animal humano.  Surgidos para a vida, pelo sopro que o alimenta como Consciência Espiritual, que gerou você mesmo em noções, que nada mais é, do que uma consequência de inteirações das Archaeidae moneras. (comentário do médium, bactérias).

NOTA IMPORTANTE: Os Iniciados, de princípio masculino, começavam com 13 anos, as iniciadas de princípio feminino, começavam com 09 anos e sempre em “estados hologamados”, ou seja, “prometidos um para o outro, por terem tudo em comum”.

“O Amor” este era o conceito base da referida escola. E mesmo amor, que está em todos como “um”, como fragmento do TODO, ou seja, em um nós, veja como: no meio das palavras juntas: vida/morte assim: viAMORte e está inserido em todos os seres vivos do sistema celular.

A Escola de Imhotep. 

Juntava e complementava com inclusão, de tudo da essência, como de tudo na existência, pregava a Unificação de todos os conhecimentos científicos, chamados de gnósticos sem dogmas, por que segundo ele: “Um conhecimento vem de outro conhecimento”, que ele antes havia ensinado na China, a arte de curar as almas pelos efeitos sinestetas identificados pela “Radiestésica” interagindo as almas viventes, “úteros de águas”, (cada célula, é um útero almático, que pode reproduzir vida) e estas almas em mananciais, interagem o tempo todo com o “Eu Mente Psique Espírito” usando como matéria prima as energias eternas (produzidas na singularidade do ETER), que se manifestavam na colisão holográfica, sem peso, massa e corpo (creação, ou fusão). Após essa fusão, se tornam UNO, como união, e é chamada de energia Taquiônica, ou neutra, que não podemos pegar ou ver, podemos apenas sentir, como sentimos o “Divino Espírito Único Singular” (DEUS).

O “Príncipe Djoser” ao saber que Imhotep retornara da China ao Egito foi procurá-lo e revelou sua intenção de construir a Escola de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas, onde na parte de cima, seria uma máquina Quântica capaz de memorizar tudo que era colhido do observatório relógio é o próprio AMOR, chamado de ESFINGE DE GIZÉ.

Nota explicativa: Imhotep denominou sua Escola de “OLHO DE HÓRUS”, uma simbologia para por comparação, determinar que os iniciados ao alcançarem a iluminação, tivessem uma visão melhor que Hórus, o Falcão que do alto tudo via, ou pelo menos igual a do falcão, numa homenagem ao Altíssimo “RA” (Rei Altíssimo), deturpado pelos Persas e Gregos.

Quando o “Faraó Djoser” faleceu, Imhotep fez-lhe uma homenagem póstuma, ou seja, construiu uma câmara para que, mesmo ali, na sua escola, fosse enaltecido por todos os seus alunos. Construiu um Sarcófago e como em um museu em exposição, pudessem ver corpo mumificado e os pertences do “Faraó Djoser”, pois sem ele, aquela Escola não poderia ser o que era na existência material.
  
Imhotep entendia que o Faraó Djoser” dera uma contribuição como ponto máximo de um povo, de uma civilização em evolução de consciência, uma comunidade ordeira pacifica e feliz. (Isso não foi compreendido completamente, pelos sucessores, ou melhor, pelos curadores dos Faraós adolescentes). Não foi o caso, do novo “Faraó Sekmemkhet” que o manteve a frente da “Escola de Mistérios Espirituais do Olho de Hórus” em Saqqara.

Após o falecimento de Imhotep o Egito viveu seu maior apogeu, com um povo culto, educado, sociável e feliz, todos se amavam, até que o “Faraó Sneforu” assumiu o trono.

Começou a banir, perseguir, excluir gente do seu próprio povo e estrangeiros que ia estudar. E isso teve no Egito uma terrível consequência, criou-se entre os banidos uma revolta, onde a fome, o frio e o desconforto. Condição que os obrigou a marginalização, como única forma de sobrevivência que eles sabiam, só podia ser propiciada, pelas chamadas apropriações indébitas, de tudo que estavam ao alcance, tomadas pela força, e se organizaram em bandos como fortalecimento, e assim sequestraram inclusive mulheres.

 Esse é o registro que se têm do que o fechamento das Escolas de Mistérios Espirituais provocou, face elas possuírem um espaço de recuperação de delitos para integra-los novamente a sociedade.

Sem a tecnologia de Imhotep e de sua equipe constituída de Essênios, Indianos, Chineses, mulçumanos etc.
O “Faraó Sneforu” queria construir uma pirâmide, isso já na quarta dinastia, e por ciúme, não estava interessado em outra Escola, apenas num silo (galpão para armazenagem de grãos e cereais) e em uma câmara mortuária, essa pirâmide em cor vermelha para ser vista de longe, foi construída em “Dahshur”, acima de Saqqara, ao norte do rio Nilo, e é conhecida como a pirâmide inclinada, que por erro de cálculo, foi concluída em 2.560 AC. Sem conserto.

Após sua morte, assume o poder o “Faraó Quéops”, período 2.551 AC. Ele foi cruel e impiedoso, fez do livro dos mortos, sua maior arma, para escravizar os povos, inclusive os seus. Criou a indústria da imortalidade das almas, herdada dos Tibetanos que ensinavam no Baixo Egito, determinou o fechamento definitivo da Escola de Mistérios Espirituais, que funcionava com reminiscentes a serviço de seu antecessor e que fora construída por Imhotep e sua equipe, confiscou toda documentação de SAQQARA, e teve acesso aos cálculos de Imhotep que o “Faraó Sneforu”, havia confiscado. Descobriu uma caixa, ainda inviolada e descobriu papiros com cálculos e plantas (croquis), examinando-as. Iniciou e construiu a maior de todas as pirâmides do Egito, que levou o seu nome QUÉOPS.

Os Essênios, Indianos, Chineses e Mulçumanos, descendentes da equipe de Imhotep fugiram primeiro para o sul do Egito, onde outra escola fazia oposição ao governo de Quéops e a Escola de Imhotep, chamada de Tibetana, devido à cultura e ensinamentos diferentes.
Os descendentes integrantes da equipe de Imhotep, não se adaptaram lá e, foram se instalar, junto com os Caduceus e os Fariseus, que fugiam do Faraó Quéops, foram para um lugar denominado de “Egandi”, perto do Mar Morto. – Recriaram a “Escola de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas”, e lecionaram nas grutas, toda matéria que conseguiram salvar registrada por Imhotep e lá nas “Cavernas de Egandi”, foi onde se deu a continuação dos ensinamentos, muitos lá estudaram como “Jeremias” “João Batista”, inclusive “Jesus de Nazaré”, e sua hologamação (prometida) “Maria Madalena de Betânia”, favor não confundir com “Maria Madalena de Magdála”
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Não restando à época uma alternativa satisfatória. O Faraó Quéops, fez uma aliança, com o Baixo Egito, adotou os ensinamentos diferentes, ensinados dados pelos Monges Tibetanos, que tinham algumas experiências em pirâmides menores. O Faraó Quéops, implantou a indústria da imortalidade das almas, recomendadas no livro dos mortos, como forma de pagamento aos operários, para concluir sua Pirâmide que mais tarde foi aperfeiçoada pelo Faraó Ptolomeu I, que viu ali a oportunidade de complementar a Mitologia Grega com a história para adapta-la ao Titã e Deus Mitológico Grego/Macedônio, chamado de “CRONUS”.

Retornando ao texto original. No Egito, após a morte do Faraó Quéops, a confusão de ensinamentos, tomava novo rumo, construíram a Pirâmide de Quéfremou a segunda maior em frente à Esfinge de Gizé, que fora construída por Chiquitet Arelich Vomalites, sumo sacerdote sobrevivente ao Tsunami ciclal, chamado de dilúvio.

Depois construíram a Pirâmide de Miquerinos, que morreu antes do seu término. A Pirâmide foi terminada as pressas, como câmara funerária para guardar seu corpo embalsamado (esquife) e guardado em um sarcófago.
Assim deturparam tudo, até que se chegou a XXVII dinastia, assumiu o poder O “Faraó Akhnaton” chamou de volta alguns descendentes de Imhotep e de sua equipe como  os  Essênios, Indianos, Chineses, Mulçumanos, bem como, os Caduceus e Fariseus, com ensinamentos espirituais e deu-lhes a incumbência, de ensinar aos escolhidos por ele.

(Fez reviver novamente, o monoteísmo) – E pregou a verdade mística da vida, ensinada em copta (kashai, que significa secreto), traduzida para o hebraico (chsai, que significa silêncio), tudo isso, em relação às almas, que são riquezas espirituais e alimentos dos espíritos. Salvou-se parte dos ensinamentos de Imhotep, por que, uma parte, seus registros ficaram em poder da Instituição, (na época criada e  denominada): “Amorc (sigla que na original em copta, significava AMOR CÓSMICO, representado pela - Rosa Cruz” denominação ocidental, que teve uma parte em poder dos Templários Hospitalares, também chamados de Profanadores de Tumbas, ou Túmulos, que ao enterrarem seus mortos descobriram riquezas, que após Felipe o BELO Rei de França, se tornaram os Maçons da Franco Maçonaria. Documentos em que uma grande parte, ficaram com os Franceses, apreendidos na Esfinge de Gizé, por “Napoleão Bonaparte”.

França é um país privilegiado com documentações egípcias, primeiros os Templários (Franco Maçonaria) e depois com documentos apreendidos por Napoleão, que perdeu alguns documentos, ou melhor, parte deles junto com a “Pedra de Roseta”, numa Batalha Naval para os Ingleses. Até hoje no Museu de LONDRES, depois que Napoleão Bonaparte, o general que adotou a França como Pátria, confiscou ao mandar desenterrar da areia a Esfinge de Gizé, coberta de areia, enterrada a milhares de anos, construída pelo Sumo Sacerdote Chiquitet Arelich Vomalites sobrevivente do Diluvio que desembarcou numa Terra que denominou de Egito.

 Napoleão mandou sua assessoria de guerra examinar toda documentação encontrada, confiscou os papiros e os remeteu a Paris, menos a parte que perdeu em batalha para os Ingleses.

Anos mais tarde o Governo Francês, constituiu uma comissão composta por Henry Pestalozzi, da Suíça, especialista em línguas, Amelie de Boudet, e Hipolyte Rivail, aluno formado recentemente e um estudioso de fenômenos paranormais, para estudar, examinar e opinar. Obs.: (Hipolyte Rivail é. Nada mais! Nada menos, que: Kardec, um pseudônimo adotado para fugir do Tribunal da Inquisição Católica).

Retornando a história, depois de Akhnaton, conflitos e guerras ocorreram no Egito, até chegar o ano 525 AC.
O imperador Cambyses filho legítimo de Cyrus, que viveu de 550 até 463 AC, formou um exército, mesclado de Persas, tribos árabes, e mercenários gregos, perfazendo um total de 50.000 homens e invadiu o Egito.

Tornou-se o Rei da Persa, e Faraó do Egito, após a batalha de Pelusium, como dissemos, em 525 AC, deparou-se com os ensinamentos egípcios, se perturbou e se elucubrou com conflitos íntimos, buscou ajuda e complementou com o Livro dos Mortos dos Tibetanos  que ensinavam no Baixo Egito, aliados aos ensinamentos do Alto Egito, da Persa, e da “Macedônia Grega”, sobre influencia de Phanes de Halicarmasso, um de seus Oficiais Grego, que depois o traiu, influenciado pela Mãe de “Alexandre Magno”, mais tarde também, chamado de “O Grande”.

Cambyses havia criado a moeda na Pérsia, para negociar com outras civilizações. Não deixou que a moeda se propagasse pelo Egito, lá o trabalho era pago com um papiro que continha um código secreto para enganar o demônio, que não poderia comer suas almas, e com isso conquistar a imortalidade das almas.

Viu ali um contingente de trabalho a um custo muito baixo e o manteve. Ou seja, manteve a indústria da imortalidade da alma.

Após sua morte, assumiu seu General “Dario O Grande” que o sucedeu, dando muita autoridade ao Grego “Phanes de Halicarmasso”, que conspirava tomar o poder de Dario, aliou-se secretamente a Alexandre Magno, por influência da Mãe de Alexandre e disse-lhes maravilhas da imortalidade das almasAlexandre Magno, também chamado de “O Grande”, contando com as informações de “Phanes de Halicarmasso”, e com um exército muito menor, conquistou o Mundo Persa, que incluía o Egito, tornou-se Faraó.

Não viveu muito, aos 32 anos faleceu e seu general e amigo Ptolomeu, construiu Alexandria, construiu o Farol, e sua biblioteca. Se, tornou. O “Faraó Ptolomeu I”, e seus sucessores da era Ptolomaica, deram continuidade, contou com o experto cientista macedônio “Heron de Alexandria”, que os transformou, digo: “Alexandre e Ptolomeu”, nos representantes de “DEUS” na Terra, por uma religação inventada pelas culturas humanas num passado longínquo, chamada de religião “Religare” do Grego e  “Religiere” do Latim. 

Uma Nota: “Alexandre” instituiu a moeda como dinheiro no Egito e no mundo.

E acabou como o Pai do dinheiro, que na verdade foi criado por Cambyses Rei da Pérsia (Hoje Irã) que se tornou Faraó antes de “Dario” e de “Alexandre”.

Esses religiosos liderados por Heron de Alexandria que tomaram os lugares dos sacerdotes espirituais e os exterminaram, transformando o que restava das “Escolas de Mistérios Espirituais do Criador para as Criaturas”Em “Escolas Eclesiásticas e Religiosas” e adotaram o Imposto Eclesiástico (dízimo, contribuição ou outras quaisquer denominações com o intuito de lesar a humanidade).

Tudo. Foi traduzido e adulterado do copta e do Naacal, para o Grego, e assim consubstanciar a biblioteca de Alexandria.

Isto foi assim, até o reinado de Cleópatra VII, descendente de Ptolomeu I e irmã de Ptolomeu IV. Ocasião em que “Gaius Julius Caesar”, em 47 AC conquistou o Egito substituiu o Rei Faraó: Ptolomeu VIII, pela sua irmã Cleópatra VII, envolveu-se com ela, e dessa relação, nasceu seu único filho homem, (Cesarion) – Quando Augustus seu sobrinho o substituiu, face sua morte no senado romano com 23 facadas, criou-se a Diocese dos Césares, respectivamente por “Caio Otávio”, que trocou seu nome para “Gaius Caesar Octavianus Augustus”, adoradores do “Deus Mitra” de “Dario” e adotado por Ptolomeu I, adotado por Heron de Alexandria e por Caio Otávio para se tornar também, o representante de DEUS na terra.
  
Essa Diocese foi chamada de “MITRA DIOCESANA”, por Constantino, que teve uma visão de uma cruz no céu, e sonhou que ele seria o criador da nova religião do CRISTO, pregada pelas histórias de PEDRO, O APÓSTOLO DE JESUS, e que ele Constantino, ganharia todas as batalhas e obrigaria a todos a converterem-se ao Cristianismo que lhes fora revelada por discípulo Cristão que lhe assessorava e desvendou seu sonho.

 Mas tarde no “Concílio de Niceia” referendou tudo, e o Vicário de Mitra, criado antes de Constantino, foi substituído, por ele, Constantino, pelo Vicário de Cristo, seus sonhos continuaram a acontecer, até que construiu Constantinopla e muitas igrejas, inclusive a Basílica de São Pedro, em cima do túmulo de Pedro sob o principal Mitral de Roma, para que o Vicário de Mitra morresse e pudesse ser substituído pelo Vicário de Cristo.

Mas tarde o Imperador Teodósio acaba com a figura do Vicário de Cristo, anula a eleição do colegiado de sacerdotes religiosos e nomeia Dámaso, como, primeiro mandatário religioso, com a denominação de PAPA.

O Tempo foi passando, O PAPA determina a criação dos CRUZADOS e depois TEMPLÁRIOS, TECTÔNICOS e HOSPITALARES, exércitos religiosos, que tentou conquistar o Mundo, pelas chamadas guerras santas, todos os povos dominados e transformá-los em contribuintes do imposto eclesiástico, barbaridades foram cometidas contra OS ARABES E MULÇULMANOS E OUTROS DO ORIENTE MÉDIO, que lutaram heroicamente contra esses sanguinários Cruzados e Templários, que usaram a Cruz, para roubá-los, humilhá-los e desonrá-los.
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Uma Nota: Coisa que aconteceu também, com os Povos Maias, Astecas e incas e Silvícolas das Américas, que denominavam a cruz. De cruz desequilibrada dos Religiosos.

Não foram diferentes com os EUROPEUS, eles também, no período de governo do PAPA JULIO II, que “Michelangelo, chamou de terrível e sanguinário Patrão, e muitos, outros PAPAS,” com  o seu perfil no passado que graças a “DEUS” hoje não é mais assim. Ou seja, muito diferente do passado que naquela época usava a Inquisição, que punia crimes contra a Fé Católica.
HOJE! O PAPA VEIO PARA MUDAR TUDO ISSO, E COM CERTEZA, VAI DAR UM SALTO QUÂNTICO DE TRANSFORMAÇÃO TÃO NECESSÁRIA, APAGANDO ESSA MEMORIA HORROROSA, E SUSCITAR O AMOR QUE CRISTO, VEIO NOS REVELAR.

 “VIVA! FRANCISCO”. Diz a Consciência que interagiu com Melquisedeque e com Jesus Cristo, em uma parodia: “Aquele que procura, vai achar, e quando achar, ficará perturbado e depois maravilhado, lembrem-se quem não é contra nós, está a nosso favor.” (Francisco - Aquele que veio sob a Consciência do ÉTER).

No passado muitas brigas e discórdias e covardiasmuitos concílios não deram certo, até chegar a Martin Luther, conhecido como Martinho Lutero, que viveu entre 1483 e 1546, foi Monge Agostiniano, depois de escapar de um raio (descarga elétrica tornou-se Monge).

Talvez! O mais culto em sua época e capaz da Igreja Católica Apostólica Romana do passado, pois tinha um cabedal cultural, atípico na época. Martin Luther, Professor Universitário conhecido como, Filósofo e Teólogo, estudou profundamente DEUS e as leis mosaicas, bem como, a Torá, era bacharel em Direito, foi um reformador da Igreja Católica.

Mas ao protestar contra os abusos, e o que considerava absurdos, não lhes restou, alternativa, senão, a de se separar da Igreja Mãe, e criar o Protestantismo, como uma alternativa a fé em CRISTO. Considerava imoral, a igreja católica ficar com todo o dizimo arrecadado na Alemanha, ele prezava muito a chamada nobreza Alemã.

Daí em diante, foram divisões e separações da Religião Católica Apostólica Cristã Romana. Não é preciso falar mais nada, está tudo ai e resultou nisso, que todos conhecem o ecumenismo só da boca para fora. O Poder Econômico Religioso, escravizou a humanidade planetária.

Conheçam a verdade, e ela vós libertará. Revejam os Gnósticos sem dogmas, pois eles significam a libertação. (Jesus Cristo)

Todo material registrado das revelações espirituais, eu recebi de graça e de graça coloco no meu site gratuitamente.

Um beijo no coração e muita Paz.

Dilmar Dutra - Biomédium autodidata em Ciências Integrais e Espiritualidade Ecumênica Universalista, Holográfica e Holística.