“A LÓGICA DA IMPERMANÊNCIA HOLOGRÁFICA PELO CAMPO ESPIRITUAL”.


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POSTADO EM 15.11.2012.

Autoria: Dilmar Dutra – Biomédium Autodidata em Ciências Integrais e Espiritualidade Ecumênica Universalista e Holística. Escritor Científico e Espiritual, a serviço das Totalidades Integradas, como facilitador, para compreendermos as novas informações complementares e atualizadíssimas, que em suas adaptabilidades proporcionadas pela Impermanência holográfica Espiritual, representa a verdadeira realidade, segundo as informações que vieram como Revelações Espirituais para a Nova Era.

Quando aceitamos que a ferramenta Divina rotulada como extinção, é que atua pela impermanência holográfica materializada do sistema retroalimentar, fica fácil concluir, no uso da racionalidade, que a permanência é transitória e estabelecida por ciclos, diante do aspecto equivocado de permanência perpetuada, engessada, petrificada e imexível, como uma condenação com sentença definitiva, face, a relação eterna ser de impermanência, diante da mutação, transformação e adaptação, onde é fundamental uma flexibilidade vital, estabelecida pela torção biológica e pela plasticidade morfogenética.

A possibilidade de coisa permanente num Metaverso de Expansão e Criação, aonde a base de sustentabilidade da vida, é molecular e celular, como fator fundamental denominado de retroalimentação, onde a vida necessita se alimentar da morte, que significa alimento pronto para ser digerido. Fica cada vez mais claro, que a vida se mantém sempre, por via de alimentação, e a morte, se mantém como alimento e fertilização nutricional, podemos afirmar que: “A salada de hoje, foram as fezes de ontem”.

Faço uma colocação de reflexão com as perguntas:

Como poderíamos nos alimentar da equivocada imortalidade?

Como a morte em via de imortalidade permanente, poderia alimentar e ao mesmo tempo ser digerida, se algo como essa definição, esta na contramão da sustentabilidade de impermanência holográfica, poderia se transformar em alimento pronto para ser digerido numa condição de permanência, numa incongruência, fora da condição de transformação e adaptação, ou condições de desintegração, para isolar os nutrientes e descartar por excreção, todo restante como fertilizante e adubo orgânico. Verifique racionalmente, diante dessa explicação e compreenda esse confronto terminológico denominado de imortalidade que poria fim a vida? Que equivoco dogmático sem precedentes é esse?

Sistema vivo algum, pode viver sem se alimentar. É preciso matar ou morrer para comer ou ser comido. As células simbióticas, contendo moléculas (almas) dentro de si, vivem num processo de fagocitose perpetuada que transfere a sobrevivência pela condição de morte.

Diante disso! Como nós poderíamos nos alimentar de algo que representa uma imortalidade de almas, como se fosse possível essa hipótese? Faria à vida desaparecer, ou seja, insubsistir em todos os níveis de vida celular molecular, pela impossibilidade de ser digerida, face a condição de permanência imortal, sem a flexibilidade de transformação, via digestão e separar os nutrientes necessários a sobrevivência.

Faça uma reflexão e decida arbitralmente. As tomadas de decisões e as escolhas são só suas. Você pode. Você deve. O resultado será sempre o que você escolher, e nós respeitaremos isso, face o tempo de compreensão, ser uma coisa pessoal e intransferível, que precisa ser respeitado como diferença.

Ter uma possibilidade de condição permanente seria uma involução, coisa, que não é possível num universo em expansão, pois eliminaria pelo caos a ordem Divina.

As vidas codificadas nas corporificações necessitam fundamentalmente, da NUTRIÇÃO, DIGESTÃO, INGESTÃO e EXCREÇÃO, num processo de interação consciente, na busca pelo alimento.

A INVOLUÇÃO em PERMANÊNCIA inviabilizaria o CÓDIGO DIVINO ESPIRITUAL, da “Cadeia Almática Retroalimentar de Presas e Predadores”, onde, todos comem todos. E todos, se alimentam de todos, numa condição corporificada pela interação cognitiva dos códigos de informações, que se manifestam: pela luz, água, atmosfera, alimentação e energias “não só, apenas condensadas, mais também, radiantes” e que, ao seu retorno inicial no TODO precisa voltar ao seu estado primordial de reciclagem e controle equilibrado do Agente Criador do sistema “DEUS” que usa como matéria de criação as energias sob as duas formulas de matéria radiante, e energia condensante, que é matéria com peso e massa, num processo, onde a extinção significa o término do evento quântico, que por sua vez, foi originada também, por um inicio quântico, ou seja, matéria e energia são as mesmas coisas em estados diferentes.

A terminologia correta com sustentabilidade para definir a medida da VIDA, jamais poderia ser de Imortalidade de almas, e o que é pior, decliná-las com o status de Espírito, que não nasce não vive, não morre, e nem vai para extinção, e por isso, não é imortal. Ele é Eterno. Que significa que não é molécula almática mortal e nem alimento, como célula simbiótica corporificada, por uma membrana que contém um código de memória filogenética, inserido por interação, entrando e saindo via respiração, luz, água, e alimentos que equivocadamente pelos dogmas e mitomanias mirabolantes ou por desconhecer o processo, possamos entender da maneira quisermos, devido as escolhas e tomadas de decisões, amor, medo e crença que você alimentar mais.

Espírito não come Espírito, ele é. “Um Campo Holográfico de AMOR”, como ELO DE UNIÃO, de tudo no TODO, de vida e de não vida, face, ter dentro de si, todas as corporificações, que ele “ESPÍRITO”, manifestado e fragmentado em partículas holográficas sem massa que é a consciência, posta massa e peso, a partir da unicelularidade procariótica em questões de vida, bem como, nas questões de não vida, na presença só de inorgânicos ou só de orgânicos. A vida é estabelecida pela proporção simbiótica de inclusão na célula 70% de moléculas de água num consórcios diluído nesta água de outras moléculas como “ATP” e “mTOR”, etc. + 01% de íons. (71% de inorgânico) e (29% de orgânicos).

As terminologias humanas são dogmáticas e cheias mitomanias engessadas, que vão desde uma simples colocação verbal, até as disciplinas curriculares universitárias de forma reducionista. E ainda, querem reduzir mais, com propostas incongruentes e mais reducionistas ainda. Por exemplo: Existem propostas de retirar do currículo, matérias importantíssimas como Biologia e Geologia. Isto me deixa pasmo! E penso que pode haver por trás disso um objetivo doloso, ou quem sabe, até culposo, na busca de referendo de afirmações sem sustentabilidade biológica e geológica, para que possa manter os novos profissionais na maior ignorância e sem conhecimento da sua própria constituição, bem como, da importância do meio ambiente que propicia a sua própria sobrevivência.

Segundo revelações Espirituais: O Metaverso Holográfico, ‘sem peso e massa’, tem a mesma medida do que “não se pode ver” pelo Macro, num paradigma de comparação com o que “se pode ver” pelo Micro “com peso e massa” se conhecermos o diâmetro do Planeta multiplicado por 27 Trilhões de vezes o numero de células e moléculas de vida e de não vida, que se renovam a 24 horas no espaço apropriado a “vida” e da “não vida” numa relação de interação desse meio ambiente que será por ciclo, sempre adaptado pela medida Espiritual em grau.

Não se pode medir o homem como mais uma espécie da diversidade Planetária em separado, num parâmetro com um só, que seja, dos Multiversos Quânticos, numa hipótese: Como cabeça do casal, porque será uma condição reducionista, machista, prepotente, e arrogante, na definição dos Seres Humanos, com superegos, desproporcionais a sua realidade da matéria, do qual é constituída.

As pessoas, com suas mitomanias e dogmas, sequer conhecem, por exemplo: Um dos significados da sigla “DEUS”, traduzido para a língua Portuguesa/Brasil. Que se manifesta por um dos códigos no dialeto Naacal na vertical, mostrando que se afastarmos a letra inicial da sigla DEUS, ou seja “D” de diversidade e a letra final “S” de simbiose, teremos o “EU” no meio com o “E” que indica Espécies e o “U”, que indica Unicelularidade, exemplo: “DEUS”.

Se juntarmos VIDA – MORTE a exemplo da codificação acima, teremos no meio dessas siglas a palavra de ELO chamada de AMOR, vejam o exemplo: VID-AMOR-TE. São códigos ocultos e holográficos, na individualização do “EU” o TODO, que explode, se fragmenta em partículas, para mostrar a relação eterna do “Campo Psique Espírito” com a menor unidade de vida e de não vida, chamada de MICRO, e pela maior rotulada de MACRO.

Terminamos afirmando que a RELATIVIDADE GERAL E ESPECIAL, integram tudo, como teorias, ideias e paradigmas no TODO HOLÍSTICO, justamente pela IMPERMANÊNCIA HOLOGRÁFICA, sem o peso da massa e com a velocidade Taquiônica de 27 vezes a velocidade da LUZ, tempo quântico para correspondência de 27 km, que possibilita isolar por Frações as Partículas de diferentes Bósons, ainda desconhecidos de muitos pesquisadores.

Um afetuoso abraço e muitos beijos de luz, nos corações e cérebros simbióticos locais, bem como, nos outros órgãos simbióticos corporificados, pelas (Interações Espirituais) que trazem informações como fragmentos da MENTE PSIQUE ESPÍRITO não local, ou seja, sem uma localização exata pelo METAVERSO TAQUIÔNICO, que contém as bolhas denominadas de MULTIVERSOS QUÂNTICOS MATERIAIS, que por sua vez, também, estão inseridas como códigos em todas as unidades corporificadas, que fazem as interações de “consciências fragmentadas em partículas holográficas”, que não podemos ver tocar, ou medir, apenas SENTIR, devido à ausência de peso, massa, tempo e espaço permanente.

Dilmar Dutra e Marlene Chaves Daltro Santos.