“A ORIGEM ELUCUBRATIVA DA IMORTALIDADE DE ALMAS (CÉLULAS) COMO A BASE DA VIDA”.


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Fonte: Consorcio entre revelação espiritual, mitologias humanas estudadas cientificamente.

Por: Dilmar Dutra, Biomédium Autodidata em Ciências Integrais e em Espiritualidade Ecumênica, Universalista e Holística. Escritor Espiritual e Cientifico um Facilitador e Complementador a Serviço da Vida.

Vamos iniciar dando ciência histórica da evolução humana, que influenciou as civilizações Planetárias a partir de Alexandre Magno, ao conquistar o Egito, e que teve após sua morte, a subida ao trono de seu General Ptolomeu como Faraó Poderoso e Senhor do Mundo contemporâneo, iniciando a era Ptolomaica. “Ptolomeu I”. Implantou oriunda da Macedônia e Grécia, a figura mitológica chamada “CRONOS” o DEUS da agricultura (para justificar a Cadeia Agrícola alimentar). CRONOS também era o símbolo do tempo, e filho de URANO, que simbolizava o CÉU (UNIVERSO) e GAIA que simbolizava o Planeta TERRA, CRONOS era um dos filhos de URANO, ou seja, o caçula, da geração de Titãs. CRONOS destituiu pela força seu Pai do poder e casou-se com a irmã REIA e governou a idade dourada da mitologia, ficou com o Poder até ser derrubado pelos filhos: DEMETER, POSEIDON E HADES. CRONOS reagiu e passou a devorar (comer) todos os filhos gerados com REIA.

REIA a Mãe conseguiu salvar e esconder um deles ZEUS, numa caverna na ilha de Creta. Para enganar CRONOS, REIA deu a ele uma pedra embrulhada num pano, e ele comeu sem perceber. Ao crescer e ficar forte ZEUS libertou os titãs que haviam sido engolidos e não digeridos por CRONOS, com a ajuda interna dos irmãos presos no estomago do Pai, fez CRONOS vomita-los a todos, a saber: HADES, HERA, HESTIA, DEMETER E POSEIDON, Já libertos ajudaram ZEUS a expulsar CRONOS do OLIMPO. (Observação: Pela mitologia romana CRONOS é conhecido como SATURNO).

Conhecendo a história que deu origem a HADES, podemos falar mais um pouco dele, e da elucubrativa mitologia grega, onde HADES como DEUS IMORTAL na forma humana, sobreviveu preso, anos depois de ser engolfado (engolido) sem ser digerido pelo Pai, dando origem ao aspecto humano de imortalidade. A história continua e eu vou abrevia-la ao máximo para ser mais breve. HADES era tido como o DEUS do Mundo dos Infernos ou dos mortos, fora do Olimpo nas profundezas das Cavernas no subsolo da Terra. Esse DEUS HADES se apaixonou por uma DEUSA da superfície de nome PERSÉFONE ou (KORE OU AINDA, CORE), filha de DEMETER sua sobrinha, que era apaixonada por ORFEU.

HADES louco de paixão pela sobrinha estuprou-a, raptou-a e a levou para o mundo dos MORTOS ou INFERNO.

ORFEU ao descobrir o rapto e como musico que encanta os DEUSES com sua Harpa, imaginou que a Harpa e sua musica, era a única arma que poderia convencer o DEUS HADES a libertar sua amada e foi procura-la nas profundezas do Inferno. Consegui. Com sua harpa e sua musica, mais com uma condição: A de que, não poderia olhar para traz, se isso ocorresse, ele a perderia para sempre, e viveria só de lembranças imortais, ele olhou e a perdeu ficando só com as lembranças.

Toda essa mitologia era acreditada por Alexandre e seu General Ptolomeu, deslumbrados pela chamada imortalidade que DARIO levou consigo para o Egito ao ficar deslumbrado com o livro dos Mortos Tibetanos. Ptolomeu então: Implantou no Egito o Livro dos Mortos Egípcio e adequou-o com tecnologias de embalsamentos e mumificações. Resolveu compacta-las, (unificá-las) em uma só doutrina, criando a “imortalidade das almas Egípcias”, pela chamada indústria da Morte, codificada no livro dos “Mortos Egípcio” e passou a vender um código como salário (palavra proveniente do sal que era considerada moeda de troca no chamado velho mundo). Esse código ensinava os humanos em troca de trabalho duro, adquirir leveza como uma pluma. Que o Demônio na pesagem não via o peso e deixava a alma passar para o Paraíso ou Olimpo, sem comê-las e assim, ser enganado pelos humanos na busca da imortalidade, voltando tempos depois, para tomarem posse do seu corpo embalsamado e mumificado, num terrível equivoco incongruente. Alma significa célula, ou organismo molecular de vida com movimento a partir da ebulição primária, fermentação secundaria e respiração terciaria. Organismo de nasce, vive, morre e vai para a extinção na desativação do seu código genético.

Elipa Levi conhecia essa historia, pois era um estudioso da Espiritualidade já deturpada por Ptolomeu I, ao fundir os ensinamentos das Escolas Iniciática de Mistérios Espirituais, confiscada e revelada pelos Templários e Essênios de forma sigilosa e Secreta, que na procura da verdade, profanaram túmulos em busca dos chamados Tesouros de Salomão e dos Faraós Egípcios guardados pela Escola Mistérios Espirituais do Olho de Horus, onde muitos personagens exotéricos, místicos, religiosos e egípcios selecionados, foram iniciados em pares por princípios femininos e masculinos, seja, quando funcionou no subsolo da Pirâmide Escalonada de Saqqara, onde tudo foi deturpado em consorcio com a mitologia grega e tibetana. Ou nas Cavernas do Mar Morto de forma mais fidedigna, após a perseguição de Ptolomeu I, numa tentativa de acabar com a Escola Iniciática de Mistérios Espirituais, e implantar as Escolas Canônicas de Religação da Criatura com o Criador e de transformar-se no representante de DEUS na Terra.

O tempo passou e mais tarde, Elipa Levi estudou isso e equivocadamente elucubrou ao descrever e retratar por dogmas esse demônio comedor de almas, dando-lhe o nome de: “Baphomed”. (pronuncia em Português/Brasil). Essa mitologia humana, consagrada ao longo de milhares de anos, foi após a codificação doutrinaria espírita consagrada na Europa e mundo Ocidental, dando Estatus para alma imortal, de Espírito Eterno. Coisa que não se pode criticar, por que eram tesouros textuais que tínhamos. E isso precisa ser respeitado, pois fez a diferença de crença na informação equivocada recebida naquela ocasião. Esses dogmas espíritas, religiosos, exotéricos, místicos, apócrifos e gnósticos com suas diferentes explicações se consagraram, e hoje é difícil para muitos compreenderem, e inaceitável para os conservadores reducionistas, que interpretam em cima da letra humana que mata e que muitas vezes vieram dos berços e de escolhas arbitrais.

As Ciências Integrais em sintonia perfeita com a Espiritualidade Ecumênica Universalista e Holística, não tem compromissos com erros e equívocos do passado, onde traduções equivocadas foram consagradas.

Não busca confrontos, não busca querelas e nem usa de maledicências agressivas, para propor correções, num universo onde tudo se transforma e adapta, como fator de sobrevivência, o que fazemos é propor unir as Ciências de formas Integrais em perfeita sintonia com a Espiritualidade Holística, na busca pela verdade, que vai apenas complementar com informações atualizadas, um conceito humano. Sabemos que existem profissionais da área de saúde que também, estão equivocados, ao afirmarem que a bactéria é imortal, uma precipitação de estudos. A célula bacteriana, só não tem uma programação genética para morrer (chamada de apoptose), mais ela morre, por diversos fatores, morre ao ser, engolfada e digerida, morre por fatores externos, (ao danificar sua membrana), morre no impacto com raios cósmicos, que fritam as células e quebram todas as suas moléculas.

Na verdade. Imortalidade é uma involução tão incongruente e absurda, face involução não existir num multiverso em expansão e em evolução permanente, onde o processo de morte significa dar perpetuação para vida e sustenta-la, como alimento e excreção, que vai do sistema de nutrientes como adubo, até a transformação do alimento digerido para retirar os elementos de sustentação da vida transitória, com sua trajetória celular de sobrevivência.

Termino esta matéria, sugerindo uma reflexão onde a aceitação e escolha, sempre será sua, e respeitando muito isso, acreditando sinceramente, que só a autoespiritualização, com respeito as diferenças e o amor, poderá estabelecer um consenso único, face todos os seres vivos terem uma mesma matriz celular procariótica. E por isso, nossa afirmação é de que “TODOS SOMOS UM”. Um fortíssimo abraço e beijos de luz nos corações iluminados pela Mente Psique Espírito Eterno, ou “DEUS” Divino Espírito Único Simbiótico. Tradução para o Português do Brasil da sigla “DEUS” na horizontal.

Dilmar Dutra e Marlene Chaves Daltro Santos. Parceiros nos estudos livres e sistêmicos e sócios no site www.dilmardutra.com.br e de sua parceria site www.joseeduardomattos.com.br