“A VIDA CIENTÍFICA E FILOSÓFICA”


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Postado em 25.11.2011

Por: Dilmar Dutra Biomédium – Autodidata em Ciências Integrais em Perfeita Sintonia com a Espiritualidade Ecumênica e Universalista – Escritor Científico e Espiritual.

Na mensagem postada em 25.10.2011 sob o título “O começo da vida sob a óptica da química”, abordamos um novo paradigma em relação ao vírus que pensamos ser um “ELO” entre a vida, e a não vida, ou seja, uma forma de vida protéica sem a célula (apenas uma cápsula de proteína com ácido nucléico de RNA primário e em alguns casos com DNA secundário encapsulado por compartimentalização e código genético sem independência metabólica, mas com inteligência conectada a MENTE extrafísica não local no ambiente apropriado a sua existência, que interage por cognição com a noção de que precisa ir à caça de uma célula molecular, para o exercício metabólico de simbiogenese (sexo do vírus com a célula bacteriana), para realizar sua reprodução por esse recurso natural, cujo resultado, é um organismo misto chamado de bacteriófago, e com isso adquirir a autonomia, como um ser misto resultante da não vida manifestada em vida, também conhecido como préorganismo de “vir a ser”, um organismo vital. Idéia que mais tarde estabelecido como pensamento filosófico, sai da acepção única, e manifesta-se numa possibilidade e probabilidade de múltiplas potencialidades, hoje chamada de “dialética” ou a idéia de tese, síntese ou de outras possibilidades que traduzam compreensão.

Todas essas idéias são antigas e advém de pensadores históricos, como por exemplo, mais tarde observadas e estudadas levadas a laboratórios por Alexander Oparin em 1929, época em que defendeu a idéia de que os coacervados (glóbulos gordurosos, que se formam no ambiente aquoso de uma maneira que não se misturam a água, e são rodeados por ela, e que poderiam ser a fórmula que precederam as células constituídas de moléculas diversas, como a própria água e a conhecida como (ATP – trifosfato de adenosina e proteínas).

Precisamos buscar em nosso Planeta todas as hipóteses protéicas e mutatórias a partir da proteína que poderá nos revelar outros tipos de vida e suas possíveis adaptações onde o ambiente cósmico teve, têm e terá todo tipo de influencia. E a que me parece mais lógica, é a da Panspermia Dirigida, ou seja, teoria de que a origem da vida nasceu de seres vivos protéicos, oriundos da sopa primordial, resultante da explosão e implosão de Estrelas ocorridas neste Multiverso a partir de mais um Big Bang, surgido da Singularidade dentro do Metaverso criado pelo Sistema Divino rotulado de DEUS sigla que em Português significa: Divino Espírito Único Supremo.

Pensamos que vidas são resultantes de micróbios e suas proles e, que esses minúsculos seres, são os verdadeiros arquitetos enviados pelo Sistema Divino, supracitado, autor das codificações para estabelecer pela não vida a vida como a conhecemos, e que estas informações nos darão mais respostas para um tipo de vida que não conhecemos. Darwin não estava errado, ele apenas conheceu parte da verdade.

Poderemos voltar a abordar este assunto à medida que novas revelações e constatações sejam manifestadas em novos paradigmas com esse perfil que vê os Seres Humanos apenas como mais uma Espécie da Diversidade Planetária e no topo da Cadeia Almática de Prezas e Predadores, com muitas possibilidades e probabilidades de terem seus códigos desativados e se manifestem em extinção. A definição de Vida Almática e Espiritual é muito maior do que Seres Humanos, que precisam aprender a respeitar nossa própria constituição.

FINALIZANDO: Somos Seres Mistos formados entre outras coisas por 10 vezes 100 trilhões de células que se renovam num curto espaço de tempo e totalmente dependente do meio ambiente morfogenético.

Um forte abraço e beijos nos corações iluminados.

Dilmar Dutra e Marlene Daltro – Parceiros nos estudos livres e Sócios no site www.dilmardutra.com.br