“As Células: Da Absorção ao Amor”


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Postado em 18.10.2012.

Autoria: Dilmar Dutra, Biomédium Autodidata, estudioso de todas as Ciências integrando-as, face crer que uma só ciência isolada, não proporciona uma resposta Universalista, da mesma forma, integrou numa Perfeita Sintonia os Tesouros Sagrados de Fé Humanas, sejam, Religiosos, Espíritas, exotéricos, místicos, etc. incluindo cépticos e materialistas com a Mecânica Quântica e o resultado foi de uma visão Espiritualista em perfeita sintonia com uma visão materialista, em proporções de respeito mutuo.

A torção biológica é uma condição primeva, já inserida e definida na menor unidade de vida existencial pelo genoma devido sua plasticidade morfogenética que potencializa-se como um grande conector do interno para o externo, numa cognição de interação com o meio ambiente entre o corpo celular local e a consciência espiritual não local, ou seja, o Campo Mental Psíquico (Espiritual) e o Corpo Físico (material).

Esta potencialização é um fator Divino, que dirige pelo Espírito suas Almas unitárias e suas Almas Coletivas multicelulares viventes e se encontra como código inserido no “DNA DOS CROMOSSOMOS A PARTIR DE TODAS AS CÉLULAS” e esse compêndio potencializado se manifesta no “DNA CELULAR” pela molécula mais longa inserida simbioticamente no interior das células, num consórcio com outras moléculas exemplo: “MOLÉCULA DE AGUA”; a “mTOR”; a “ATP”; que é um conjunto regulador da própria organização estrutural de modo dirigido e consciente. Ou seja, a Consciência da Célula processa sua replicação, sua absorção, suas mutações, transformações e adaptações, para se perpetuar como alimento almático. Ou seja, se nutrindo de almas (células unicelulares, ou) unitárias. Ou de almas-grupo, ou ainda, coletivas (células multicelulares) na vida ou servindo de alimento perpetuado pela morte, ocasião em que passa esses códigos nutricionais perpetuados de transcrição pelas Divisões Binárias ou pelas Meioses (nascendo, vivendo e morrendo) sempre numa doação onde o AMOR pela adaptabilidade do RNA primevo e do DNA secundário como moléculas informativas sejam digeridas pela consciência celular, isto, face, a informação sozinha, não ter uma autoorganização e sendo completamente dependente da consciência, para dar a ela, “informação”, uma organização e aplicação útil.

Da mesma forma que o AMOR inserido na célula, precisa da consciência celular, para entender que cada célula tem um modo de amar e sabe amar do seu jeito. A consciência celular define e conclui que pouco importa o modo, o essencial é que saiba amar, por isso, que a simbiose dos seres mistos é solidária e cooperativa e inteligente para perpetuar a sobrevivência.

Um forte abraço e beijos de luz nos corações iluminados pela “MENTE PSIQUE ESPÍRITO” não local, ou seja, sem uma localização exata no TODO.

Dilmar Dutra e Marlene Chaves Daltro Santos.