“DESVENDANDO A INFORMAÇÃO ESPIRITUAL”

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POSTADO EM 15.11.2011

Autor da matéria: A consciência espiritual que interagiu com o ser humano almático e atendeu em vida pelo nome civil de Marietta Dutra que transitoriamente esteve mãe do ser humano Dilmar Dutra, Biomédium autodidata em Ciências Integrais em Perfeita Sintonia com a Espiritualidade Ecumênica e Universalista na condição de escritor científico e espiritual. Que recebeu a seguinte revelação:

A informação espiritual se manifesta pela dualidade bipolarizada em todos os seres vivos por grau, medidas por espécies de consciências via aquisição de informações ou cognição do Campo Morfogenético enviando sinais para os corpos contidos neste Campo.

A informação primária é oriunda do Grande Pensamento que chamamos de “EU MENTE PSIQUE ESPIRITO” - um Campo de Informação Imaterial ou de Abstração Espiritual que numa ação secundária interage com todos os corpos contidos no “Campo de Informação, também, chamado de Todo”, onde os sinais são registrados por meio da “acreção interativa” não fusionaria, ou seja, sob forte influência do meio ambiente não local, para vencer a gravidade sem escape da matéria genética “RNA” ou “DNAs” - genes protéicos da cadeia alimentar de vida, morte e extinção, numa relação psicocorporal, assumindo a condição espiritual e material. O alimento chamado de informação a partir desta mesma condição que nutre as semiconsciências anaeróbicas e as consciências aeróbicas, sempre em grau evolutivo e expansionista, vai guardando na água inserida na célula, (memória molecular e memória filogenética celular), vai se nutrindo da informação nova, e excretando a informação velha, ou seja, adaptando a informação atualizada e excretando a informação desatualizada.

Estas informações são perpetuadas pela morte, onde as semiconsciências e consciências desenvolvem uma velocidade de escape da morte (onde a condição primária imaterial, age sob forte influência e por isso, retorna da condição secundária psicocorporal como alimento guardado nas células via fagocitose, para que possa ser perpetuada como alimento no modo contínuo, que irá interagir com outras unidades atômicas de vida, isto passa pelo “conceito de velocidade de escape” e se baseia inteiramente na física clássica de Isaac Newton, que levou Pierre Laplace e outros Cientistas do século XVIII a considerarem a possibilidade contemporânea das chamadas “estrelas escuras”, que seriam estrelas tão grandes e com uma gravidade tão intensa, que fariam com que sua velocidade de escape, fosse superior a velocidade da luz, impedindo que toda luz dessas “estrelas”, não conseguissem escapar, e com isso, não poderiam ser vistas. (Observação: A Luz também é um condutor de informações e por ter velocidade inferior a velocidade da expansão que é 27 vezes superior a velocidade da luz, propiciando assim, um armazenamento transitório pelo processo narrado que teria uma equivalência ao estado da água como gelo, num paradigma de comparação ao estado oculto, ou aprisionado, sem uma interação com a matéria, ou de iluminar a matéria. Este aprisionamento é transitório e temporal, devido haver um momento no tempo espaço, que a manifestação explosiva e implosiva, irá expelir “expurgar” a luz de forma bipolar, ou seja, pelos pólos duais, liberados pelos chamados raios Gama).

Esta explicação foi dada para que tivéssemos também um paradigma de comparação para estabelecer a potencialidade e a velocidade do Campo de Informação não local em relação aos corpos contidos nesse Campo, numa relação primária da imaterialidade, que não nasce não vive e não morre, ou seja, ocasião, em que perdem a condição “Mente Corpo”, estabelecida pela condição secundária, para que a morte possa ocorrer naturalmente na manifestação de interação corporal, como alimento da Cadeia Almática Retroalimentar, estabelecida em perpetuação, que vai transferindo estas informações pela fagocitose celular, que usa a água na célula como memória de transferência da informação de célula para célula, sempre na condição de morte, apesar da célula não ter uma programação para morrer que chamamos de apoptose, mas que morre por fatores externos e considerando ainda, um tempo para que a água em seu estado líquido possa processar a transferência de informações, ou demore um tempo indeterminado em estado sólido no gelo, ou ainda, no estado gasoso possa pelo Campo Morfogenético interagir novamente com outras células controladas pela molécula ATP (Trifosfato de Adenosinas e Proteínas, ou seja, a informação sempre a disposição para nova acreção interativa, sem fusão, ou seja, sob forte influência).

Evidentemente que isso nos reporta ao que chamamos de Buraco Negro, que suga pela morte a condição secundária corporal, mas não pode fagocitar em canibalismo Cósmico o Campo de Informação e Inteligência que é Maior e Imaterial ou Psíquicomental.

Esta explicação, também, se aplica as terminologias Incorporações, Encarnações e Reencarnações.

O que na realidade ocorre: São Interações que se manifestarem do modo revelado que inviabiliza também, a chamada Imortalidade das Almas ou de Alma-grupo, face descaracterizar a morte e sua principal manifestação que é alimentação e base da vida. Alma do dialeto Naacal sempre significou: Alimento pronto para ser digerido. Imortalidade é a maior incongruência considerada pela Espiritualidade e o Maior de todos os Dogmas Humanos. A vida não existiria sem a Cadeia Alimentar, pois todos comem todos e todos se alimentam de todos. Na verdade as células nos construíram como alimento, que também, comem e excretam para sua própria autosustentação. As saladas de hoje, foram às fezes de ontem.

Um forte abraço e beijos nos corações.

Dilmar Dutra e Marlene Daltro, parceiros nos estudos livres e sócios no site www.dilmardutra.com.br