HISTÓRIA VERÍDICA DE FRANCISCO CANDIDO XAVIER


Imprimir

VOU ABRIR ESTE PARENTESE PARA CONTAR-LHES UMA HISTÓRIA VERÍDICA DE FRANCISCO CANDIDO XAVIER NARRADA PELO ESPÍRITO MARIA CHAVES DO ESPIRITO SANTO, A TIA MARIQUINHA. Portela- Miguel Pereira RJ.

“Dona MARICOTA a costureira, que fabricava (Guarda-Pó) e os vendia nos chamados Trens Maria Fumaça. Conheceu Manuel Quintão, numa baldeação em Juparanã - Valença-RJ e Chico Xavier (KARDEC) dentro do Trem.

Muitas foram às vezes, que juntos viajaram e conversaram. Dona MARICOTA ou (Tia Maricota como era muito conhecida), uma senhora, simpática e agradável bastante extrovertida logo fêz amizade com esses dois (02) jovens senhores.

Chico mais novo e falante. Certa feita, a fuligem (carvãozinhos das máquinas movidas a carvão) incomodavam tanto aos dois passageiros, que Maricota já íntima deles resolveu num impulso presenteá-los (aos dois ), com aquilo que sabia fazer muito bem (guarda-pó). Aliás, vivia disso (motivo de suas andanças nos Trens). Nasceu ali uma grande e respeitosa amizade.

DONA MARICOTA disse: Vou presenteá-los com o que de melhor sei fazer, (Guarda-Pó). Ambos agradeceram. Mas Chico fez mais em retribuição.

Retribuiu, psicografando versos de gratidão que tinha o seguinte teor:

“É no afeto que consagramos

a alguém que comprovamos

o amor a nós mesmos,

através daquilo que de melhor sabemos fazer.

E oferecer aos nossos semelhantes”.

Amiga, MARICOTA, sou um "cisco"

e julgo imerecida essa deferência.

Retribuo com esses versos.

Pois é o melhor nesta oportunidade

que posso fazer em agradecimentos.

Esses tempos de hoje,

são os melhores

e o dinheiro é o de menos,

mais o suor da caridade,

é demais.

Meus agradecimentos,

transcenderão ao além túmulo

e sempre será lembrado

pela perpetuação deste "Parnaso".

Pois foi um pedacinho de cada "Poeta Comunicante".

Mais eu voltarei se o Senhor me permitir.

E você, saberá,

por que eu ainda a abraçarei.

carinhosamente no meu retorno

12 anos após meu passamento,

e o nascimento de seu filho,

sua Obra “O AMOR”.

Maricota decorou e recitava pelos TRENS.