“Lideres Espirituais, Religiosos, Místicos, Exotéricos, Silvícolas, Indígenas e Humanos. Não erraram, eles apenas conheceram parte da verdade”.


Imprimir 

 

POSTADO EM 19.11.2012.

Autor: Dilmar Dutra – Biomédium Autodidata em Ciências Integrais e Espiritualidade Ecumênica, Universalista e Holística. – Escritor Científico e Espiritual a serviço da Transdisciplinaridade, buscando a verdade e facilitando sua compreensão.

Lideres Espirituais, Religiosos, Místicos, Exotéricos, Silvícolas, Indígenas e Humanos. Não erraram, eles apenas conheceram parte da verdade, que para suas épocas, foi um feito incrível, de revelações de Iluminações, de comunicações espirituais e de profecias, proporcionadas pela ferramenta Divina, hoje chamada de TRANSDISCIPLINARIDADE, lecionada das Universidades de ponta do Planeta. Eles merecem de nossa parte, todo respeito face haverem nos revelado, que existe uma RELAÇÃO DAS CRIATURAS, COM O CRIADOR DE INTERAÇÃO, que foram rotuladas equivocadamente no passado de IMORTALIDADE; DE ENCARNAÇÃO DE REENCARNAÇÃO E DE INCORPORAÇÃO. E isso precisa ser respeitado e precisamos entender, que era o que eles tínham e foi muito útil no processo de fé.

Com o advento dos Sistemas de Totalidades Integradas, que vem mostrando a UNIDADE DIVINA, se manifestando por suas ferramentas de fragmentações de partículas, entre comunicações e sinais de criações, das Ciências Integrais, numa sintonia perfeita, com a Espiritualidade Universalista, Ecumênica, Holográfica e Holística, como obra do Criador, que revela, que fora dessas Totalidades Integradas, ou seja, tudo em separado. é reducionista, e aonde a visão materialista, ou de fé engessada, conservadora e permanente é tida como sentença pretensiosa de julgamentos, que só os humanos fazem como espécie da Diversidade Divina. Para esses no topo da Cadeia Almática de Presas e Predadores, a Misericordia Divina precisam urgentemente, alcançalos com complementações, transformações e adaptações, para evitarem que o código da extinção, criado pela impermanência na existência dê sentenças, pelos julgamentos humanos, tentando fazer com que prevaleça na contra-mão do o AMOR, dando permanência ao MEDO, ao CAOS, numa infração contra a ORDEM DIVINA.

Cada Cultura das Civilizações Planetária, devido aos seus idiomas diferentes e com traduções, por vezes equivocadas, fizeram toda confusão, aonde a mesma coisa, foi relatada de modo, apenas diferente, ao dar a conhecer a “RELAÇÃO ENTRE DEUS E SUAS CRIAÇÕES”.

Coisa SÉRIA, como as questões de FÉ. Deveriam ser tratadas com muito cuidado e RESPEITO TOTAL.

Como por exemplo: A “ Transdisciplinaridade Microbiana”, que deveria ser um paradigma de referência, devido a nossa própria constituição celular-molecular, como a base da VIDA, RELACIONADA DIVINAMENTE, ou seja, pelo TODO CRIADOR ÚNICO DE AMOR, que fragmentou esse ELO, chamado de AMOR e de MENTE PSIQUE ESPIRITO e os distribuiu por toda sua criação, pelos SENTIDOS HOLOGRÁFICOS, sem peso e massa, pela condição de Arquiteto, fragmentando em partículas da sua própria “MENTE PSIQUE ESPÍRITO”, em “Consciências Espirituais” chamadas por muitos de Espíritos” com medidas em grau para cada célula procariótica, com códigos de EVOLUÇÃO, TRANSFORMAÇÃO E ADAPTAÇÃO, com um cuidado elaborado inteligente e manifestado na existência para evitar a chamada permanência, que estaria na contramão como sentença com julgamento engessado, conservador, petrificado ou imexível, condição que não evitaria o CAOS permanente, em detrimento da ORDEM DIVINA.

A sabedoria dessa Mente Brilhante Criadora e Extrafísica Holográfica, quis dar as suas criações, os sentidos holográficos, ao se fragmentar em “CONSCIÊNCIAS ESPIRITUAIS” para digerir e se alimentar de Informações, pelas “ INTEIRAÇÕES E ALIMENTAÇÕES” como forma de permitir que as criações corporificadas, pudessem viver dentro desse “CAMPO ESPIRITUAL MORFOGENÉTICO DE INFLUÊNCIA, RELAÇÃO E DEPENDÊNCIA”, criando a “VIDAMORTE” (VIDA E MORTE), unindo-as pelo ELO AMOR, consorciadas e dependentes. Sem separações, sem exclusões, ou seja, só com inclusões numa manifestação onde uma condição de vida ou morte, seja dependente da outra, para mostrar o único ELO entre CRIADOR E CRIATURAS denominado pela riqueza verbal dos idiomas a neutralidade estabelecidfa pelo AMOR. EXEMPLO DE SENTIDOS HOLOGRÁFICOS, SEM PESO E MASSA, que não podemos tocar ou ver, apenas senti-los:

CONSCIÊNCIAS ESPIRITUAIS que muitas culturas chamam de Espíritos, para se alimentar de Informações e digeri-las;
INFORMAÇÕES alimento holográfico anterior às energias e matérias;
PENSAMENTOS, para projetar e criar, construir e destruir;
VISÃO, para ver a existência;
AUDIÇÃO, para conhecer o silencio;
OLFATO, para identificar o alimento Almático, ou seja, as moléculas;
TATO, para identificar a matéria;
PALADAR, para escolha do alimento;
SENTIMENTO IMPARCIAL E NEUTRO – O AMOR;
SENTIMENTOS DUAIS: MEDO COMO AUXILIAR DO AMOR para fazer a preza fugir do Predador Almático molecular, com fome, carência e excesso. Surgido na unicelularidade e codificado para evoluir para a multicelularidade.

RELAÇÃO sob forma, de INTERAÇÃO, do Holográfico sem peso e massa, com as corporificações com peso e massa, viventes dentro de si, na qualidade de CAMPO ESPIRITUAL, onde as corporificações são resguardadas e protegidas pela IMPERMANÊNCIA, possibilitadas pelos códigos inseridos de torção biológica e de plasticidade morfogenética, para escolha e co-construção, pelas vias de transformações e adaptações celulares, do meio ambiente favorável, adaptando-o da condição inóspita, e manter a sobrevivência pela morte, como alimento, até mesmo na putrefação, transformação e adaptação como adubo e fertilizante.

Condições fora desta RELAÇÃO de INTERAÇÕES, foram dogmatizadas com terminologias equivocadas pelos poderosos no poder, que davam legalidades humanas, as mitologias de suas culturas ao escravizarem as civilizações culturais, conquistando seus espaços pela força da guerra.

A ferramenta Divina, para postar um limite à impermanência é o código da extinção. Para impedir a sentença e o julgamento de criaturas na contramão do Criador e da Justiço Divina, que se faz com AMOR. Sempre com inclusões, complementações e respeito.

Já! Para as exclusões o código é a extinção manifestada na essência com a permanencia.

Finalizamos esta matéria. Com um afetuoso abraço e beijos de luz, nos corações e cérebros simbióticos.

Dilmar Dutra e Marlene Chaves Daltro Santos.