“MEMÉTICA – INVASÃO DAS MENTES”


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Parte IV

Postado em 25.10.2010.

Autoria Espiritual: “O Eu Mente Consciência Espírito MEME, Sacerdotisa Alquimista, do Templo do Olho Mediúnico de Hórus, no antigo Egito.

Por: Dilmar Dutra – Médium autodidata científico - São Lourenço MG- Brasil.

      Iremos a partir de agora, minudenciar questões consideradas polêmicas, dogmatizadas, ou seja, engessadas em cima da letra humana que mata, trazendo-as, para uma transparência simples e de fácil compreensão. Começaremos abordando uma pergunta e questionamento de muitas pessoas. Pergunta: Como a bactéria (a célula), respira se “ela” não tem pulmão?

      Resposta: A palavra respiração precisa ser compreendida cientificamente, pela sua amplitude, a partir da alimentação de um gás, seja ele de quaisquer tipos fluídicos ou plasmáticos, ou ainda, almáticos.

       Vejamos: O processo primário de respiração, esta ligado ao maior órgão do chamado corpo, ou seja, membrana, revestimento bioquímico, pele e pêlos, com ou sem poros. Este sistema, trás o código embutido em si, do órgão que nos chamamos hoje, de pulmão. Sua manifestação primária é verificada, nas culturas de todas as possibilidades anaeróbicas e aeróbicas, a partir das ebulições e fermentações, ou ainda, nas inteirações do “Campo Eu Mente Consciência Espírito”, com os “Corpos Almáticos”, definidos por um tipo de membrana celular que têm canais iônicos que se abrem e se fecham para captarem o gás pretendido, essa é a capacidade de se nutrir, alimentar com uma consciência em grau, atribuída “Divinamente”, para cada espécie da diversidade Planetária, sejam, na água, na terra, nas rochas, nos minerais etc. e nas situações inóspitas, ou apropriadas por transformações, adaptações e extinções, quando e aonde, o código de vida ascendente e o código de morte descendente, sejam desativados e levados a extinção, ocasião em todos os elementos químicos disponibilizados no Planeta, sejam eles inorgânicos ou orgânicos, deixam de ser replicados a partir de si mesmo, para uma hereditariedade de transferência do código daquela espécie, justamente por estarem extintos e a maior prova disso, é que mais de 99% de todos os sistemas vivos, já foram para a extinção, e até hoje, não tivemos notícias que nenhum voltou (retornou). Toda cadeia almática material é retro-alimentar e vive nos ambientes apropriados a sua espécie, ou seja, é muito claro que o meio ambiente Planetário, têm total consciência do controle biológico, que deve ou não permanecer no Planeta, tudo que deixa de ter um predador natural, vai para o topo da “cadeia alimentar de presas e predadores”, e na oportunidade ciclal, são levados para a extinção, de forma abrupta, ou, na maioria das vezes, de forma lenta e periódica. Com estes esclarecimentos, a pergunta inicial está respondida. E assim! Parte da teoria Darwiniana fica desqualificada, porque não têm raiz, têm apenas verniz, que com o passar dos tempos, vai saindo e vai deixando expostas, questões coerentes em aberto, com lacunas profundas, estabelecidas pela sua própria inconsistência. O tempo corroeu o verniz, e à medida, que surgem novos paradigmas, a coisa vai ficando mais fácil de ser digerida.

      As questões sobre percepções anímicas cognitivas, como se fossem um atributo só de humanos é um absurdo mirabolante e precisa ser entendida, que o aspecto mediúnico, também tem um código inserido na membrana, na qualidade sensores celulares. (Abro aqui um parêntese para recomendar a leitura das matérias com os títulos: “Apometria Taquiônica” postado neste site em 28.08.2009 e “Percepção Anímica” postada em 01 de setembro de 2009.

      Para concluir esta questão e mostrar que cada célula tem uma pegada na cadeia de presas e predadores, ou seja, a caça de presas foi, é, e continuará a ser devido à importância da cadeia almática no sentido de encontrar alimento para a VIDA. E isto denota a evidência da consciência em organismos sem cérebros. No dia 10.09.2010 – Ao abrir G1 encontrei uma matéria assinada Por Sindya N. Bhanoo Do “New York Times” Pistas de pensamentos humanos são encontradas em cérebros de verme. Que concluiu “Há algo similar” a córtex cerebral em espécie da família “Nereididae”. Estudo é do Laboratório Europeu de Biologia Molecular. Isto tem haver, por que mostra que, o código do cérebro vem de um ancestral comum.

       O que me da segurança ao afirmar que a “teoria Memética” está na contra mão da verdade original, com pretensão materialista de “teoria científica” é também, parcialmente inconsistente para mim, por motivos concretos, pertinentes e coerentes. Vejam! A Memética vem do nome “MEME” sacerdotisa do “Templo do Olho Mediúnico de Hórus”, A alquimista que foi esposa de Imhotep, casal que estiveram como meus Pais, em vidas passadas, ou melhor, que suas consciências interagiram com a minha consciência espiritual, esteve interagindo, por incorporações parciais, em corpos almáticos viventes no passado, e que continuam, ainda hoje, interagindo mediunicamente e que fazem revelações como às desta matéria e muitas outras.

       Não são os padrões de comportamentos que se replicam para outras regiões do tempo, para explicar transmissões não genéticas de comportamento, chamadas de culturas engessadas em padrões de poder ou a partir de códigos congelados. Existem consciências em diversos graus e as mensagens passam mediunicamente e inconscientemente por dobra ou desdobra de consciência mental espiritual. Esse segredo mediúnico é que cria um dogma materialista ao imaginar que questões religiosas davam poder aos seus criadores, e esses protótipos de religiosidades catequizadoras e doutrinadoras do passado, acabam sempre se manifestando no chamado mundo civilizado de hoje, confundindo religiosidade com fé, e os materialistas acreditam que isso seja um ato replicador, ou arquivos como “caldo” ou “fundo” de “Meme” ou a “Memesfera” defendidos por Dawkins, Blanckmore, Dennett e outros materialistas engessados no materialismo puro. Não acredito, como muitos biólogos e cientistas, no determinismo genético, bem como, no determinismo Memético. Todavia! Eu quero reafirmar a importância da matéria nas questões vitais, como eu disse. “Eu não acredito no materialismo puro”, engessado como sentença, porque sei que a matéria é energia condensada, e energia e matéria, é a mesma coisa em estados diferentes. Sei que os materialistas sabem disso. Apenas não acreditam que a mente é anterior a matéria, é um direito deles, uma diferença que devemos respeitar. Um dia eles irão compreender que um efeito só existe, se houver uma causa, ou ainda, que uma reação, só poderá existir se houver uma ação. Iremos dar continuidade com a parteV. – Aguardem.

Um forte abraço e um beijo no coração de todos.

Dilmar Dutra e Marlene Daltro.