“MEMÉTICA – INVASÃO DAS MENTES”


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PARTE V

Postado em 28.10.2010

Fonte Espiritual: “Eu Mente Consciência Espírito MEME” sacerdotisa, alquimista, do Templo do Olho de Hórus – Antigo Egito.

Por Dilmar Dutra – Médium Autodidata Científico.

      Terminamos a parte IV, reafirmando a importância da matéria, em face de as matérias e as energias, ser a mesma coisa, em estados diferentes, ou seja, não é igual, apenas análogo ou correspondente a mesma realidade no estado de harmonia infinita, quando os sentidos da mente interligam-se ao sentido astral, manifesta-se o sentido físico, nos organismos com ou sem cérebros, porque as energias enviadas pela Mente vêm do Campo Mórfico no meio ambiente sem uma localização exata, para após a colisão no Caos, interagirem com o corpo e como forças iguais, se anularem, se aniquilarem e dessa colisão surgir à energia taquiônica, como elo espiritual, e sob forma de consciência incorporar-se parcialmente para que todos os sentidos captados por grau se conectam na Ordem pelo corpo, como no estado de abstração espiritual. Somente os grandes sensitivos, acionam o chamado 6º sentido, e são capazes de perceber a abstração espiritual, e os que são apenas observadores dos fenômenos físicos vêem a matéria como origem não biológica, ou abiogênese. Aí é que entra a Alquimista e Sacerdotisa “MEME”, do Templo do Olho de Hórus, que originou a “Memética”. E está parcialmente na contra mão do que propõe a Memética – Invasão das Mentes.

      Como os Memes foram concebidos pela proposta materialista e incongruente de Ciência. Augusto de Franco faz o seguinte comentário: “Na qualidade de unidades culturais imitáveis, softwares capazes de rodar em vários hardwares ou replicadores que instruem a construção de comportamentos, em analogia com os genes que instruem a síntese de proteínas”, Veja parte do relato do que considerou problemas com a hipótese do MEME como o propósito por seus autores na chave abaixo o comentarista se pronuncia:

      A metáfora do Meme é sem duvida muito interessante. Mas ela tem alguns problemas graves, segundo Augusto de Franco no que concordo em número, gênero e grau. Continuando Augusto de Franco. - Em primeiro lugar, ela se baseia em alguns pressupostos de comportamento do gene que parecem não corresponder ao que realmente se passa na reprodução e na evolução biológica de um ponto de vista sistêmico. (abro aqui um parêntese, dentro desta chave, para afirmar que a matéria não evolui, ela se transforma se adapta e na desativação do código genético vai para a extinção). - Em segundo lugar, ela vem acompanhada de uma concepção (neodarwinista) segundo o qual o DNA seria uma molécula intrinsecamente estável, sujeita a mutações aleatórias ocasionais (coisa que discordo de forma categórica e racional por ser de total incongruência). - Em terceiro lugar, continua Augusto de Franco, como assinala Strohmam (1997) “A extensão ilegítima de um paradigma genético – que passa do nível relativamente simples da codificação e decodificação genética para o nível complexo do comportamento celular – representa um erro epistemológico de primeira Ordem. Ou seja, Richard Strohman adverte que há aqui uma confusão de níveis que “não dá certo”. Uma teoria que funcionava bem para explicar o código genético acabou se transformando em uma teoria geral da vida, atribuindo aos genes o papel de agentes causais de todos os fenômenos biológicos. Isto é o que se chama “determinismo genético”}. (Comentário do Médium: Isto para mim, já é mais do que suficiente, para que essa ciencia incompleta, proposta como “Memética – Invasão das Mentes”, tenha falecido, após ter nascido. Todavia a verdadeira “Memética”. Nasceu de “Meme” a alquimista que empresta seu nome pela qualidade de descobrir que as formas microbianas, respiravam pela ebulição e fermentação, ou seja, buscando no meio ambiente o que precisavam para se alimentar de um tipo de gás, totalmente dirigida pelo “Eu Mente Psique Consciência Espírito”. Que interagiu e incorporou-se, em grau, na proporção cabível da espécie microbiana, codificada geneticamente, que pela plasticidade nos filamentos protéicos ou membranas protéicas se manifestou em consciência, ocasião em que “MEME” recebeu mediunicamente pelo Olho de Hórus, todas as informações que deram origem a idéia dos preceitos fundamentais do Cambalion ou Herméticos).

      Usando como citação, parte do comentário de Augusto de Franco, para consubstanciar nossa posição em relação à teoria falha, por ser incompleta, pois trata apenas da matéria, e a nosso ver falta a parte da Mente Espiritual. Considero como prova cabível, de uma explicação feliz e pertinente que inviabiliza de vez, o que chamamos determinismo genético.

Iremos dar continuidade com a parte VI – Aguardem.

Um forte abraço e beijos no coração.

Dilmar Dutra e Marlene Daltro