O COMEÇO DA VIDA SOB A ÓPTICA DA QUÍMICA


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Autor: Imhotep, conhecido pelos Gregos como Hermes Trismegisto que significa em Grego “O Três Vezes Grande” recebeu também, nomes como “Esculápio ou Asplégios”.

Por Dilmar Dutra que está autodidata em Ciências Integrais em perfeita sintonia coma espiritualidade ecumênica e espiritualista, assim como, escritor científico e espiritual.

Nossa abordagem de hoje, tem como tema: “O começo da vida”, pela visão da Química. Início que ocorreu em um momento em que os primeiros seres vivos surgiram a partir da matéria inanimada há 3.8 bilhões de anos, numa manifestação inteligente e dirigida pelo “EU MENTE PSIQUE ESPÍRITO” gerando moléculas e células inteligentes e auto-reguladoras de alta complexidade, capazes de processar energias, induzindo as replicações em duas (02) características primordiais e fundamentais para a vida como um todo: célula – molécula.

O RNA – primário e o DNA – secundário que surgiram sob uma cadeia almática retroalimentar de nascimento, vida, morte e extinção – sempre em termas vulcânicas nas profundezas oceânicas, onde as chaminés hidrotermais liberavam no passado e liberam ainda hoje a argila, numa manifestação catalisadora na formação dos polímeros auto - replicantes (moléculas de RNA que precederam o DNA e as proteínas). Esse RNA agiu como uma enzima catalisadora através de reações químicas gerando substâncias como as proteínas, por isso o RNA é mais importante do que o próprio DNA que não produz proteínas. Com o decorrer dos tempos essa ação inteligente deu origem ao DNA e outras proteínas que são unidades básicas de ação e reação, capazes de processar componentes químicos de forma simples e reagir naturalmente na formação de unidades atômicas, num consórcio com a física quântica manifestando blocos de construção mais complexos, como os aminoácidos e nucleotídeos - as unidades básicas do RNA e do DNA, que por sua vez, interagiu biologicamente para estabelecer a vida por um código genético, onde uma mesma matriz procariótica está contida em todos os sistemas vivos.

Assim se gerou de forma inteligente “A CÉLULA–MOLECULAR” como base do sistema almático retroalimentar de presas e predadores, onde todos comem todos. Nascendo, vivendo, morrendo e indo para a extinção sob total influência da luz solar, e da água (doce e salgada), estabelecendo uma umidade na atmosfera e propiciando uma condição capaz de criar corpos dentro deste campo morfogenético e, simultaneamente produzir no Planeta todas as de forma de vida simbiótica celular e molecular, dirigida e induzida pela ação espiritual para construir uma ponte entre a matéria inorgânica e orgânica onde as partículas existentes no Planeta, são as bases primevas de todos os sistemas vivos e não vivos. Sempre manifestada em células procarióticas e eucarióticas, nos dois (02) sistemas: autoreplicantes e autosustentados, por uma cadeia retro alimentar, criadas pelo “EU MENTE PSIQUE ESPÍRITO” gerador de consciências (um campo inteligente de cognição, informação e execução), onde a base química faz uma variação em grau, pelo código evolutivo nos sistemas anaeróbicos e expansionista nos sistemas aeróbicos, com pré- requisitos que podem gerar dúvidas, sob uma suposta idéia, de que só com a amônia líquida, formidada, além de solventes oleaginosos como o metano líquido, ou hidrogênio supererítico, podem fazer surgir à vida como a conhecemos.

Não basta um sistema molecular para fazer a vida. É preciso muito mais que isso, é preciso uma simbiose onde as moléculas possam interagir com as células e regular a entrada e saída de água (memória), auxiliando as memórias filogenéticas e protéicas existentes nas membranas das células e a molécula ATP para estabelecer como mensageiro uma interação Campo Consciência e Corpo que só agora podemos observar este processo pela tecnologia como instrumento da mecânica quântica.

Como estamos falando no começo da vida pela óptica da química, não poderíamos deixar de abordar o vírus, hoje chamado de zumbi químico, por ser uma molécula manifestada em uma cápsula protéica, que interage com a “mente” e que pode ser um “elo” entre a vida e a não vida. Quem sabe? – Estudos recentes da "Comunidade Científica" se aprofundam nesta direção e já se fala num código de luz, que precedeu o gene. Acreditamos, eu e meu parceiro, Professor José Eduardo Mattos, que os estudos dos “vírus” ainda, nos revelarão muitas surpresas, como um tipo de vida sem células que não conhecemos. Vamos aguardar com expectativa tal possibilidade.

Estamos engatinhando nos descobrimentos e redescobrimentos. Um novo paradigma dará uma nova direção, por exemplo, abandonar o equívoco de que o cérebro como parte local do corpo pensa e forma a memória, ele apenas registra o pensamento não local no meio ambiente apropriado, captado pela molécula ATP e usa a água para memorizar e armazenar informações ao interagir com o EU MENTE PISIQUE ESPÍRITO, que o estimula a exercitar o resto do corpo, numa execução mais complexa, auxiliado pela memória filogenética que tem como ação primeva comandar a execução de forma induzida.

Assim chegamos a um denominador comum que se complementará com as Ciências Integrais, uma interação das Ciências: Física Quântica, Clássica e Taquiônica, Biologia, Química, Psicológicas, etc., fugindo das Ciências isoladas e reducionistas, num paradigma universalista e ecumênico. Nosso objetivo é o de esclarecer as revelações espirituais que acabamos de expor.

Um forte abraço e beijos no coração.

Dilmar Dutra e Marlene Daltro, parceiros nos estudos livres e sócios no site www.dilmardutra.com.br