“A coerência é uma causação da Ordem Universal”


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Postado em 05 de fevereiro de 2010.
Autor: Imhotep (Hermes Trismegisto).
Por: Dilmar Dutra – Médium autodidata científico.

        A visão moderna traz um novo conceito para o surgimento da Vida.

       Quanto maior e melhor for à coerência, melhor será, a qualidade da cognição (aquisição de conhecimentos). Quando focamos nossa atenção na luz, percebemos as grandes orquestras de fótons organizadas, pelas partículas pré-subatômicas taquiônicas, dirigindo e interagindo, com as partículas quânticas subatômicas, contidas, num “Campo Cósmico de Informações e Inteligência”, que interage em perfeita sintonia cooperativista altamente interligada, e comunicando-se em conjunto, entre as partículas contidas entre os “Campos Eletromagnéticos”, sob um comando individualizado, surgido das colisões como maestros, os “DNAs”, tudo contido, no “Campo Maior e Único, de Informação e Inteligência Taquiônico, Akáshico ou Campo de Ponto Zero”. Este foco é percebido, como uma imensa profusão (abundância, grande quantidade) de diapasões (colisões que produzem sons através de vibrações em forma de ondas “ondulações”, afinando-as, como se fossem instrumentos de afinações extremamente exatos). Começamos então a pensar na inteiração com a água, como uma bolsa uterina, que é fecundada pela luz, na natureza e verificamos ainda, que a água e a luz, estão presentes em todos os sistemas vivos e não vivos. A luz fonte de energia interage com o solvente da vida (água), e pela fotossíntese, processa a cadeia nutricional microtubular, absorvendo os fótons, e os armazenando no dispensário, apartir das construções das membranas, que pelo solvente e acelerador de inteligência e informação (água), traz do “Campo Morfogenético”, tudo que precisa para a formação das hélices do RNA e do DNAs inserido nas células com memórias filogenéticas. Essas células vivas, vão assumindo formas geométricas, desde a unicelularidade pela divisão binária, até os engolfamentos canibais, (digerindo-os), e a percepção cognitiva, fez com que as células bacterianas, começassem a engolfar, sem digerir, adaptando-se a simbiose (organismo vivendo dentro de organismo) e estabelecendo, a multicelularidade total e causal, da holarquia Divina do Metaverso. Aí o DNAs com a dupla hélice espiralada do código genético, que são proteínas e aminoácidos, denominado cromossomos, contendo 26 pares hologamados (idênticos de princípios opostos), que estão presentes em trilhões de células, numa cadeia de nucleotídeos com bases em quatro diferentes componentes. (Dois (02) da dualidade e dois (02) da bipolaridade), que podemos identificar pelas abreviaturas: “A, T, C e G”, disponibilizados em uma ordem única, de um projeto inteligente, inserido pelo “Campo Morfogenético” que cria “Corpos Microtubular Almáticos e Individualizados”, por este “Campo Espiritual”.

      Essa teoria estabelece o DNAs (matriz bacteriana), com poderes para criar e ativar, todos os “Corpos” das Diversidades e das Espécies Vitais.

      O DNAs funciona como arquiteto, comandando toda a construção, disponibilizando, ferramentas e maquinários, além de todas as substâncias químicas, que formam as proteínas interagindo e ligando de modo seletivo (por escolha) um montão de seguimentos ou genes, como determinadas moléculas de RNA, e as controlam a partir daí, todos os funcionamentos dos “Corpos almáticos” (plasmas ou quarto estágio da matéria).

      Com estas noções modernas, vem para a transparência cada vez mais forte, as falhas inconsistentes e insuficientes da teoria Darwiniana e de seus defensores, que afirmam ser a vida, com suas substâncias químicas e colisões, frutos das aleatoriedades e das gerações espontâneas, que ocorrem por colisões cegas, sem os programas de códigos complexos e inteligentes. Aos Darwinistas os Espíritos sugerem evoluírem em “graus de consciências” e abandonarem os “gêneros”, como sentenças condenatórias (os gêneros se transformam se adaptam e vão para a extinção não evolução, a matéria que morre não pode ser considerada evolução, a morte significa em Naacal (língua falada na antiga Atlântida): “Alimento pronto para ser digerido).

Um forte abraço e beijos no coração.

Dilmar Dutra – médium autodidata científico